As narrativas de viagem dos seiscentos: Princípios, teoria e imaginário

  • Marina Juliana De Oliveira Soares Universidade de São Paulo

Resumen

O século XVII inaugura um período de viagens sistemáticas de europeus ao Oriente. Dentre eles, dois grupos se destacam: ingleses e franceses. Os textos resultantes de tais viagens, conhecidos como travel literature (literatura de viagem) ou récit de voyage (narrativa de viagem), comungavam, além do tema, princípios de organização textual. Dentro disso, busca-se, aqui, discutir os fundamentos de tais narrativas, assim como as possíveis relações estabelecidas entre essas narrativas, a Ficção e a História, e o espaço de criação imaginária sobre o harém.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Citas

Adams, P. G. (1983). Travel literature and the evolution of the novel. Kentucky: The University Press of

Kentucky.

Barros, J. D’A. (s/d). Imaginário, Mentalidades e Psico-História – uma discussão historiográfica. Revista

eletrônica do Centro de Estudos do Imaginário, Labirinto. http://www.cei.unir.br/artigo71.html 15 de

outubro de 2011.

Beauvau, H. (1610). Relation iournaliere du Voyage du Levant. Toul: François du Bois, Imprimeur du Roy,

ª edição.

Biddulph, W. (1609). The Travels of certaine Englishmen into Africa, Asia, Troy, Bithnia, Thracia, and to

the Blacke Sea. London: Printed by Th. Haueland.

Borchert, D. M (Ed.). (2006). Empiricism. Encyclopedia of Philosophy. 213-221. United States of America:

Thomson Gale.

Burke, P. (1997). Escola dos Annales (1929-1989): a Revolução Francesa da Historiografia. São Paulo:

Editora da Unesp.

— (2010). A cultura popular na Europa Moderna. São Paulo: Companhia das Letras.

Carvalho, I. C. M. Biografia, identidade e narrativa: elementos para uma análise hermenêutica. Horizontes

Antropológicos. Nº 19. vol. 9. Porto Alegre, julho 2003. http://www.scielo.br/scielo.php?

script=sci_arttext&pid=S0104-71832003000100012 23 de fevereiro de 2012.

Castoriadis, C. (1982). A instituição imaginária da sociedade. Rio de Janeiro: Paz e Terra.

Chacham, V. (2002). A presença da imaginação histórica na narrativa de viagens: Oriente, Brasil, século

XIX. Tese de Doutorado não publicada. Belo Horizonte, Universidade Federal de Minas Gerais.

Courmenin, L. D. (1624 e 1645). Voiage de Levant, fait par le Commandement du roy. Paris: Chez Adrian

Taupinart.

Harrigan, M. (2008). Veiled encounters: representing the Orient in 17th-century French travel literature.

Amsterdam/New York: Rodopi.

Kaplan, D. M. (2003). Ricoeur’s Critical Theory. New York: State University of New York.

McCabe, I. B. (2008). Orientalism in early modern France: Eurasian trade, exoticism, and the Ancient

Régime. Oxford/New York: Berg Publishers.

MacLean, G. M. (2004). The Rise of Oriental Travel. English Visitors to the Ottoman Empire. 1580–

Hampshire: Palgrave.

Pouillon, F. (2008). Dictionnaire des orientalistes de langue française. Paris: Karthala.

Requemora, S. (2002). L’espace dans la littérature de voyages. Études littéraires, vol. 34, n° 1-2, 2002, pp.

-276.

Ricoeur, P. (1994). Tempo e Narrativa. Tomo I. Campinas – São Paulo: Papirus.

Publicado
2012-04-30
Sección
Miscelánea